Arquivo de 'Noticia'



22.03.20
postado por Beatriz na categoria Bella Hadid
Bella Hadid desfila para Rodarte no NYFW

As irmãs Kate e Laura Mulleavy apresentaram sua coleção de Outono/Inverno 2020 para Rodarte durante o NYFW. Inspirada no clássico Drácula, as irmãs mostraram o romantismo e a silhueta dos anos 40. A locação também remetia totalmente ao romantismo das passarelas, sendo ela a igreja de São Bartolomeu, em Midtown, que fez o desfile ser um show a parte.

Os vestidos drapeados, brilhosos e de poá mostravam a clássica garota Rodarte. Mas logo após veio a surpresa, vestidos escuros, com bordados que remetiam a teia de aranha, até as maquiagens se tornaram mais dramática mostrando todo o poder dos filmes de vampiros. Na passarela, modelos com expressões fortes mostravam rendas e transparência, estampas florais e aplicações que davam charme aos vestidos.

Bella Hadid desfilou com um vestido midi branco com detalhes em coração vermelho, um pequeno véu cobrindo seu rosto e sapatos brancos com detalhes vermelhos.

12.02 | RODARTE FALL/WINTER 2020 – RUNWAY

12.02 | RODARTE FALL/WINTER 2020 – BACKSTAGE

21.03.20
postado por Beatriz na categoria Bella Hadid
Bella Hadid desfila para Kaithe no NYFW

Assim que surgiu em 2016, Kaithe mostrou-se fiel ao grunge. Sua coleção de outono/inverno de 2020 com o tema “fuga para a noite de Nova York”. “É realista”, disse Jin Soon Choi sobre as peças referindo-se à pintura perfeitamente imperfeita desta temporada.

Com muitos looks pretos e com muita estampa de onça a passarela foi tomada pelo grunge dos anos 80. Muitas jaquetas e sobretudos de couro também faziam parte da coleção que mostrou que Kaithe não veio para brincar. As botas de cano alto e acessórios como cintos de couro e bolsas também arrancaram suspiros do público.

Bella Hadid
foi a grande surpresa na passarela. A modelo, que nunca havia desfilado para a marca, foi quem abriu o desfile com uma blusa aberta, um cachecol estampado e uma calça de estampa de onça. A modelo também usava uma bolsa que dava todo destaque ao look grunge da marca.

08.02 | KAITHE FALL/WINTER 2020 – RUNWAY

21.03.20
postado por Beatriz na categoria Bella Hadid
Bella Hadid desfila para Oscar de La Renta no NYFW

Oscar de La Renta apresentou sua coleção de outono/inverno em um lugar inusitado: a biblioteca pública de Nova York. Embora todos estivessem mega ansiosos para conhecer a nova coleção da marca a espera de 1h deixou alguns dos convidados nada felizes.

Laura Kim e Fernando Garcia tiveram como inspiração fotos do famoso Baile Preto e Branco de Truman Capote, de 1966, e até a fantasia da Disney. “O Aprendiz de Feiticeiro é muito o que éramos para Oscar, aparecendo em seu estúdio, ficando louco e criando coisas que o fariam sorrir”, explicou Garcia.

As roupas casuais vinham com cores fortes, alegres, assim como gostava Oscar, mas essa coleção era mais sobre roupas de gala e festas a noite. Casacos de espinha de peixe e suéteres aconchegantes eram trabalhados com bordados florais, e as bainhas curtas com botas altas evitavam que as coisas parecessem muito abafadas. Um vestido de cisne de outrora com os minis sexy de hoje e looks de noite descontraídos, como uma blusa de fúcsia com uma blusa de seda sobre uma calça cigarret.

Bella Hadid abriu e encerrou o desfile da marca. Além de voltar a passarela com os estilistas para o agradecimento final, sendo assim o grande destaque do momento. O primeiro look dela foi composto por um sobretudo e uma calça de alfaiataria azul, com uma blusa marrom e um cachecol laranja. Já o encerramento foi um look monocromático composto por um vestido justo rosa de veludo, com um casaco com capuz de pelos.

08.02 | OSCAR DE LA RENTA FALL/WINTER 2020 – RUNWAY

08.02 | OSCAR DE LA RENTA FALL/WINTER 2020 – BACKSTAGE

20.03.20
postado por Beatriz na categoria Bella Hadid
Bella Hadid desfila para Brandon Maxwell no NYFW

Com uma das locações mais inusitadas, Brandon Maxwell mostrou sua coleção de outono inverno no Museu Americano de História Natural, que não podia combinar mais com seu desfile. Uma coleção grande, forte e distinta. A coleção mesclava peças masculinas e femininas e mostrava a moda atemporal da marca.

Vestidos luxuosos de festa, roupas de alfaiataria, e saias volumosas foram o destaque dessa coleção. Até a calça jeans ganhou uma nova cara. Recortes nas modelagens davam um diferencial as peças para que elas soassem como novidade na passarela.

Na primeira fileira convidados como Lexi Brumback e Gabi Butler, e na passarela modelos como Bella Hadid e Cara Taylor davam seu charme a passarela. Dessa vez, as modelos não ficaram tão sérias na passarela como de costume, elas sorriam e até mandavam beijo para o publico.

Bella Hadid passou pela passarela duas vezes, a primeira com um cropped cintilante combinado a uma calça de alfaiataria e um casaco preto, pochete e brincos enormes. Já o segundo look é uma saia longa preta e um croppet preto recortados combinados a um chapéu.

08.02 | BRANDO MAXWELL FALL/WINTER 2020 – RUNWAY

08.02 | BRANDON MAXWELL FALL/WINTER 2020 – BACKSTAGE

19.03.20
postado por Beatriz na categoria Bella Hadid
Bella Hadid desfila para Tom Ford no NYFW

Com a inspiração da coleção veio através de uma foto de 1967, capturada por Bob Richardson para a Vogue Paris. A imagem, mostrava Baron Alexis de Waldner dividido um cigarro (ou talvez um baseado) com Donna Mitchel. Para dar o ar Hollywoodiano ao desfile, ao invés de Nova York, o desfile foi realizado em Los Angeles.

A sensualidade estava em todos os detalhes da coleção. Os vestidos longos tinham cortes e tecidos ousados. Estampas, colagens e plumas adicionavam a sensualidade dos conjuntos de alfaiataria. Até os looks mais casuais como de moletom, ganhavam um ar mais sensual com casacos e estampas de onça.

Jennifer Lopez, Miley Cyrus, Demi Moore, Anna Wintour e Kris Jenner estavam na primeira fileira do Milk Studios. E o cast também não ficou para trás, modelos como Gigi e Bella Hadid foram o destaque da passarela.

Bella Hadid passou pela passarela com dois looks. O primeiro, um look mais casual, uma saia estampada longa combinada a uma camisa simples cinza. Já o segundo look, é um vestido longo cintilante e transparente com um recorte na parte dos seios deslumbrante.

08.02 | TOM FORD FALL/WINTER 2020 – RUNWAY

08.02 | TOM FORD FALL/WINTER 2020 – BACKSTAGE

05.02.20
postado por Beatriz na categoria Bella Hadid
Bella Hadid desfila para Alyzx em Paris

Com o desfile de sua nova coleção, Matthew Williams trocou seu hardware exclusivo por uma dose séria de brilho. Em uma reviravolta surpreendente para a marca geralmente bastante discreta, o designer de 1017 Alyx 9SM mostrou silhuetas de outono com cristais diamantados bordados à mão em padrões curvos de inspiração ocidental, serpenteando pelos ombros ou pingando nas pernas das calças.

“Pareceu certo para esta temporada”, disse Williams nos bastidores, onde sua filha mais nova, Alyx, se juntou a ele. O estilista se inspirou muito em sua infância em Pismo Beach, Califórnia, onde o vestuário ocidental era o que estava em alta. “Minha avó costumava usar muito strass, então eu gosto disso por causa dela”, disse ele.

Houve mais experiências com cores e padrões do que o habitual. Casacos em tom mostarda e um ternos cor-de-rosa, estampas de animal print para homens. Para as mulheres, os vestidos de cetim com costas recordadas davam um ar de feminilidade. Alguns modelos usavam fones de ouvido bem arrumados, uma colaboração com a Bang & Olufsen que está chegando às lojas esta semana.

Foi um bom equilíbrio entre a herança de streetwear da marca – que estava bastante ausente nesta temporada, apenas perceptível nos cortes e na imprudência geral dos looks – e uma estética mais concentrada e focada à noite. A coleção sinalizou um novo impulso para a marca, mais centrada na alfaiataria, redefinindo silenciosamente o significado de formalidade – que parece ter se adaptado bem a ela.

Bella Hadid passou pela passarela com uma jaqueta de couro, uma camisa branca e uma gravata por baixo combinada a uma calça de alfaiataria preta. Com uma maquiagem leve e os cabelos solto a modelo passava muita confiança ao caminhar.

1017 ALYX 9SM FALL/WINTER 2020 – RUNWAY

01.02.20
postado por Beatriz na categoria Bella Hadid
“Angels no inferno: a cultura de bullying e assédio na Victorias Secret”

AVISO DE GATILHO: Assédio, bullying, abuso.

 

A Victoria’s Secret definiu a feminilidade para milhões de mulheres. Seu catálogo e desfiles de moda faziam os gostos populares. Para as modelos, conseguir um lugar como um “angel”, era o estrelato internacional garantido.

Mas dentro da empresa, dois homens poderosos presidiram uma cultura arraigada de misoginia, intimidação e assédio, de acordo com entrevistas com mais de 30 atuais e ex-executivos, funcionários, contratados e modelos, além de documentos judiciais e outros documentos.

Ed Razek, durante décadas um dos principais executivos da L Brands, empresa controladora da Victoria’s Secret, foi alvo de repetidas queixas sobre conduta inadequada. Ele tentou beijar modelos. Ele pediu que eles sentassem no colo dele. Ele tocou a virilha antes do desfile da Victoria’s Secret em 2018.

Executivos disseram ter alertado Leslie Wexner, o bilionário fundador e executivo-chefe da L Brands, sobre o padrão de comportamento de seu vice. Algumas mulheres que se queixaram enfrentaram retaliação. Uma modelo, Andi Muise, disse que a Victoria’s Secret parou de contratá-la para seus desfiles de moda depois que ela rejeitou os avanços de Razek.

Várias modelos da marca concordaram em posar nuas, muitas vezes sem serem pagas, por um proeminente fotógrafo da Victoria’s Secret, que mais tarde usou algumas fotos em um livro caro de mesa de café – um arranjo que deixou os executivos da L Brands desconfortáveis ​​com as mulheres que se sentiam pressionadas a aceitar seus “compromissos” de tirar a roupa.

A atmosfera estava encaixada no topo. Razek, o diretor de marketing, era visto como procurador de Wexner, deixando muitos funcionários com a impressão de que ele era invencível, de acordo com funcionários atuais e ex-funcionários. Em várias ocasiões, o próprio Wexner  escutou mulheres  sendo humilhadas. “O que foi mais alarmante para mim, como alguém que sempre foi criada como uma mulher independente, foi o quão enraizado era esse comportamento”, disse Casey Crowe Taylor, ex-funcionária de relações públicas da Victoria’s Secret, que disse ter testemunhado a conduta de Razek. . “Esse abuso gerava apenas risada e aceito como normal. Era quase como uma lavagem cerebral. E qualquer um que tentasse fazer algo a respeito não era apenas ignorado. Eles eram punidos.”

As entrevistas com as modelos e funcionários acrescentam uma imagem da Victoria’s Secret como uma organização problemática, uma imagem que já estava entrando em foco no ano passado quando os laços de Wexner com o criminoso sexual Jeffrey Epstein se tornaram públicos. Epstein, que administrou a fortuna de vários bilhões de dólares de Wexner, atraiu algumas jovens ao se apresentar como recrutadora das modelos da Victoria’s Secret .

A L Brands, empresa de capital aberto que também possui a Bath & Body Works, está à beira de uma transição de alto risco. O desfile anual da Victoria’s Secret foi cancelado após quase duas décadas na TV aberta. Razek, 71, deixou a L Brands em agosto. E Wexner, 82, está explorando planos de se aposentar e vender a empresa de lingerie, disseram pessoas familiarizadas com o assunto.

À medida que esses planos progridem, é provável que o tratamento das mulheres da L Brands seja submetido a um exame ainda mais minucioso.

Em resposta a perguntas detalhadas do The New York Times, Tammy Roberts Myers, porta-voz da L Brands, fez uma declaração em nome dos diretores independentes do conselho. Ela disse que a empresa “está intensamente focada” em governança corporativa, local de trabalho e práticas de conformidade e que “fez progressos significativos”.

“Lamentamos qualquer caso em que não tenhamos atingido esse objetivo e estamos totalmente comprometidos com a melhoria contínua e total responsabilidade”, disse ela. A declaração não contestou nenhuma reportagem do The Times.

Razek disse em um e-mail: “As acusações neste relatório são categoricamente falsas, mal interpretadas ou tiradas de contexto. Tive a sorte de trabalhar com inúmeros modelos de classe mundial e profissionais talentosos e tenho muito orgulho do respeito mútuo que temos um pelo outro.” Ele se recusou a comentar uma lista detalhada de alegações.

Thomas Davies, porta-voz de Wexner, se recusou a comentar.

Explosões de fogo

A Victoria’s Secret, que Wexner comprou por US $ 1 milhão em 1982 e se transformou em uma potência em lingerie, está lutando.

As normas sociais que definem beleza e sensualidade vêm mudando há anos, com maior valor em uma ampla variedade de tipos de corpos, cores de pele e identidades de gênero. A Victoria’s Secret não acompanhou o ritmo. Algumas de suas campanhas publicitárias, por exemplo, parecem mais uma fantasia masculina estereotipada – o diretor Michael Bay filmou um comercial de TV no qual modelos com pouca roupa estavam diante de helicópteros, motocicletas e explosões de fogo – do que um encapsulamento realista do que as mulheres querem.

Com suas vendas em declínio, a Victoria’s Secret está fechando lojas. As ações da L Brands caíram mais de 75% em relação ao pico de 2015.

Seis executivos atuais e ex-executivos disseram em entrevistas que, quando tentaram desviar a empresa do que se chamava de imagem “porny” (pornográfica) , foram rejeitados. Três disseram que foram expulsos da empresa.

As críticas ao marketing anacrônico da Victoria’s Secret se tornaram virais em 2018, quando Razek não demonstrou interesse em lançar modelos plus size e “transexuais” no desfile de moda.

Então, no verão passado, Epstein foi acusado de tráfico sexual, e os problemas de negócios na Victoria’s Secret se transformaram em uma crise pública.

O Sr. Wexner e o Sr. Epstein estavam encrencados. O magnata do varejo deu ao financista carta branca para administrar seus bilhões, elevando a estatura de Epstein e proporcionando-lhe um estilo de vida luxuoso. Wexner disse que ele e Epstein se separaram por volta de 2007, um ano depois que os promotores da Flórida o acusaram de um crime sexual.

Em várias ocasiões, de 1995 a 2006, o Sr. Epstein mentiu para aspirantes a modelos que trabalhava para a Victoria’s Secret e poderia ajudá-las a conseguir desfiles. Ele as convidou para as audições, que terminaram pelo menos duas vezes com o ataque de Epstein, de acordo com os documentos das mulheres e do tribunal.

“Eu gastei todas as minhas economias comprando lingerie da Victoria’s Secret para me preparar para o que eu achava que seria minha audição”, disse uma mulher identificada como Jane Doe em comunicado lido em voz alta no verão passado em uma audiência no tribunal federal no caso de Epstein. “Mas, em vez disso, parecia um pedido de prostituição. Eu senti como se estivesse no inferno.”

Três executivos da L Brands disseram que Wexner foi alertado em meados dos anos 90 sobre as tentativas de Epstein de recrutar mulheres. Os executivos disseram que não havia sinal de que Wexner agia sobre as reclamações.

Após a prisão de Epstein no verão passado, disse L Brands, ele contratou o escritório de advocacia Davis Polk & Wardwell para conduzir “uma revisão completa” do assunto a pedido de seu conselho de administração. O foco exato da revisão não é claro. Epstein cometeu suicídio na prisão em agosto, enquanto aguardava julgamento por acusações federais de tráfico sexual.

Davis Polk trabalha para a L Brands há anos. A esposa de Wexner, Abigail, trabalhou anteriormente na empresa. Dennis S. Hersch, ex-membro do conselho da L Brands e consultor financeiro da Wexners, era sócio de longa data da Davis Polk. O escritório de advocacia também contribuiu com dinheiro para o Wexner Center for the Arts da Ohio State University.

Os funcionários entrevistados para este artigo disseram que Davis Polk não os contatou. Uma porta-voz de Davis Polk não respondeu aos pedidos de comentário.

‘Um lugar sexy para te levar’

“Com exceção de Les, estou na L Brands há mais tempo do que ninguém”, escreveu Razek aos funcionários em agosto, quando anunciou que estava deixando a empresa em que ingressara em 1983. Razek foi fundamental na seleção das supermodelos da marca – conhecidas como “Angels” e agraciadas com enormes asas de penas – e na criação das campanhas de TV da empresa.

Mas seu maior legado foi o desfile anual de moda, que se tornou um fenômeno cultural global.

“Foi aí que ele mergulhou nos negócios”, disse Cynthia Fedus-Fields, ex-diretora executiva da divisão Victoria’s Secret responsável por seu catálogo. Em 2000, disse ela, Razek havia crescido tanto que “ele falou por Les”.

Às vezes, o Sr. Wexner falava por si mesmo. Em março, em uma reunião na sede da Victoria’s Secret em Columbus, Ohio, um funcionário perguntou a Wexner o que ele achava do abraço de diferentes tipos de corpo no setor de varejo. Ele foi desdenhoso. “Ninguém vai a um cirurgião plástico e diz: ‘Me engorda'”, respondeu Wexner, segundo dois participantes.

Razek costumava lembrar aos modelos que suas carreiras estavam em suas mãos, de acordo com modelos e executivos atuais e antigos que ouviram seus comentários.

 Alyssa Miller, que havia sido ocasionalmente modelo da Victoria’s Secret, descreveu o Sr. Razek como alguém que exalava “masculinidade tóxica”. Ela resumiu sua atitude como: “Eu sou o detentor do poder. Eu posso fazer você ou quebrar você.”

Nas audições, Razek às vezes solicitava modelos de sutiã e calcinha os seus números de telefone, segundo três pessoas que testemunharam seus avanços. Ele pediu que outras se sentassem em seu colo. Duas modelos disseram que ele havia pedido que elas jantassem em privado com ele.

Um era a senhora Muise. Em 2007, depois de dois anos usando as cobiçadas asas de anjo no desfile da Victoria’s Secret, a jovem de 19 anos foi convidada para jantar com Razek. Ela estava animada por cultivar um relacionamento profissional com um dos homens mais poderosos da indústria da moda, disse ela.

O Sr. Razek a pegou em um carro com motorista. No caminho para o restaurante, ele tentou beijá-la, ela disse. Muise o rejeitou; O Sr. Razek persistiu.

Por meses, ele enviou e-mails íntimos para ela, que foram revisados ​​pelo The Times. A certa altura, ele sugeriu que fossem morar juntos em sua casa em Turks e Caicos. Em outra ocasião, ele pediu a Muise que o ajudasse a encontrar um lar na República Dominicana para eles compartilharem.

“Eu preciso de um lugar sexy para levá-la!”, ele escreveu.

Muise manteve um tom educado em seus e-mails, tentando proteger sua carreira. Quando Razek pediu que ela fosse jantar em sua casa em Nova York, Muise disse que a perspectiva de jantar sozinha com Razek a deixava desconfortável; ela pulou o jantar.

Ela logo aprendeu que, pela primeira vez em quatro anos, a Victoria’s Secret não a havia escolhido para o desfile de moda de 2008.

‘Esqueça a calcinha’

Em 2018, bem antes do desfile de moda, a supermodelo Bella Hadid estava sendo medida para roupas íntimas que atendessem aos padrões de transmissão. O Sr. Razek estava sentado no sofá, assistindo.

“Esqueça a calcinha”, declarou ele, de acordo com três pessoas que estavam lá e uma quarta que foi informada sobre isso. A questão maior, disse ele, era se a rede de TV deixaria Hadid andar “pela passarela com aqueles peitos perfeitos”.

No mesmo momento, Razek colocou a mão na virilha de outra modelo, três pessoas disseram.

Um funcionário reclamou com o departamento de recursos humanos sobre o comportamento de Razek, segundo três pessoas. O funcionário apresentou ao RH um documento no último verão, listando mais de uma dúzia de alegações sobre Razek, incluindo comentários humilhantes e toque inadequado de mulheres, de acordo com uma cópia do documento revisado pelo The Times.

Não foi a primeira reclamação de RH sobre ele.

Em uma sessão de fotos em junho de 2015, a empresa organizou um buffet de almoço para os funcionários. Crowe Taylor, a funcionária de relações públicas, foi buscar. O Sr. Razek a interceptou, ela disse. Ele bloqueou o caminho dela e a olhou de cima a baixo. Então, com dezenas de pessoas assistindo e a Srta. Crowe Taylor segurando o prato vazio, ele a partiu, repreendendo-a pelo seu peso e dizendo para ela demitir o macarrão e o pão.

Crowe Taylor, que tinha um metro e oitenta e sessenta e três quilos, fugiu para o banheiro e caiu em prantos. Ela disse que havia reclamado com o RH, mas que, até onde ela sabia, nada aconteceu. Ela saiu da empresa semanas depois.

Em outubro, logo depois que Razek deixou a empresa, Monica Mitro, uma das principais executivas de relações públicas da Victoria’s Secret, apresentou uma queixa de assédio contra ele com um ex-membro do conselho de administração da L Brands, segundo cinco pessoas familiarizadas com a matéria. Ela disse aos colegas que havia procurado o ex-diretor porque não confiava no departamento de RH.

No dia seguinte, a chefe de RH disse a Mitro que ela estava em licença administrativa, disseram as pessoas. Ela chegou recentemente a um acordo financeiro com a empresa, disseram eles.

O filho de Razek, Scott, também trabalhou na Victoria’s Secret. Algum tempo depois que o departamento de RH foi informado sobre os maus-tratos a uma colega, ele foi transferido para a Bath & Body Works, de acordo com quatro pessoas familiarizadas com o assunto. Ele não respondeu aos pedidos de comentário. A mulher que ele maltratou mais tarde recebeu um acordo da Victoria’s Secret, de acordo com vários funcionários atuais e ex-funcionários.

Wexner raramente estava em Nova York, onde grande parte da equipe do desfile estava, deixando os funcionários com a impressão de que Razek era seu procurador. Razek ostentava esse poder, invocando o nome do Sr. Wexner para conseguir o que queria.

Mesmo quando as reclamações se acumularam, o Sr. Razek mais velho manteve o apoio do Sr. Wexner. Em 2013, Wexner ajudou a levantar um fundo de US $ 1,2 milhão em nome de Razek no centro de câncer da Ohio State University.

‘Uma viagem voyeurista’

Russell James foi um dos fotógrafos preferenciais da Victoria’s Secret. A empresa às vezes pagava dezenas de milhares de dólares por dia, de acordo com rascunhos de contratos revisados ​​pelo The Times.

No final das sessões com as modelos, James às vezes perguntava se elas seriam fotografadas nuas, segundo modelos e executivos da L Brands. James era popular; ele tinha talento para fazer as mulheres se sentirem confortáveis. Ele também teve um relacionamento próximo com o Sr. Razek. As mulheres muitas vezes consentiam.

As sessões de fotos nuas não estavam cobertas pelos contratos das modelos com a Victoria’s Secret, o que significava que elas não eram pagas pelo trabalho extra.

Na indústria, “todo mundo está usando sua influência para conseguir algo”, disse Miller, o modelo. “Com Russell, as meninas posavam para seus livros ou séries de retratos nuas.”

Em 2014, James publicou um livro de colecionador brilhante, “Angels”, que apresentava algumas das fotos de nus. As mulheres concordaram em ter suas fotos incluídas no livro, de acordo com Martin Singer, advogado de James.

Atualmente, duas versões dos livros são vendidas no site de James por US $ 1.800 e US $ 3.600. A Victoria’s Secret organizou um evento de lançamento para “Angels” durante a semana de moda de Nova York em 2014. Os participantes incluíram supermodelos e o executivo-chefe da empresa na época, Sharen Turney.

Este amplo volume oferece uma visão pessoal e sem precedentes das sessões de retrato mais íntimas de James”, diz a capa do livro, observando que James conheceu muitas das mulheres durante seus 15 anos trabalhando na Victoria’s Secret. “Os leitores serão levados em uma viagem voyeurística para um mundo de provocação sutil.”

A certa altura, uma versão em tamanho de pôster de uma das fotos do livro foi exibida em uma loja da Victoria’s Secret em Las Vegas. O agente da modelo reclamou à Victoria’s Secret que a foto de sua cliente estava sendo usada na loja sem o consentimento dela. James também reclamou e pediu que fosse removido, de acordo com Singer. A empresa tirou a foto.

Em 2010, Alison Nix, uma modelo de 22 anos que trabalhou ocasionalmente com a Victoria’s Secret, foi convidada a participar de um evento de fim de semana para arrecadar dinheiro para a fundação sem fins lucrativos administrada pelo Virgin Group de Richard Branson. O local era a Necker Island privada de Branson, no Caribe.

O evento de transmissão ao vivo, organizado por Branson e James, foi apresentado como apresentando “algumas das supermodelos mais impressionantes do mundo”. Nix disse que seu agente disse a ela que, se ela decidisse fazer a viagem com todas as despesas pagas, seria esperado que ela posasse para fotos de nuas tiradas por James. Ela disse que tudo bem. Ela ficou com a impressão, disse ela, de que “se Russell gosta de você, você pode começar a trabalhar com a Victoria’s Secret”.

Singer, advogado de James, disse que seu cliente não tinha influência sobre quem a Victoria’s Secret selecionava como modelos. Ele disse que as modelos não precisam posar para fotos, nuas ou não. Ele disse que James concordou em tirar as fotos de nus em Necker Island, a pedido das modelos e de seus agentes “como um favor e cortesia profissional”.

Nix classificou os comentários de Singer de “absurdos”. Ela disse que ela e outras modelos que compareceram ao evento receberam quantidades abundantes de álcool e que deveriam se misturar com homens, incluindo o Sr. Branson.

“Fomos enviados para lá e todos esses homens ricos estavam flertando conosco”, lembrou ela. Ela disse que as modelos estavam se perguntando: “Estamos aqui como prostitutas sofisticadas ou para caridade?”

No último dia na ilha, disse Nix, ela e pelo menos três outras modelos fizeram fila para tirar suas fotos nuas por James. Uma porta-voz de Branson disse que “não tinha conhecimento de alguém ser convidado para o evento por qualquer motivo” ao lado da arrecadação de fundos para instituições de caridade.

Duas fotos da Sra. Nix daquele fim de semana – uma de perfil, com os seios obscurecidos, mas o fundo nu exposto – apareceram perto do meio do livro de James, com o consentimento dela.

Nix nunca conseguiu outro desfile de modelo com a Victoria’s Secret. Ela ficou desapontada?

Para ser sincero, não esperava muito depois da viagem”, disse ela. “Eu percebi que não estava certo para a marca.”

 

 

  • Emily Steel e Mike Baker contribuíram com reportagem. Susan Beachy contribuiu com pesquisa.
  • Jessica Silver-Greenberg é uma repórter investigativa no balcão de negócios. Anteriormente, foi repórter de finanças do Wall Street Journal. @jbsgreenberg•Facebook
  • Katherine Rosman é uma repórter de recursos na mesa Styles. Ela cobre a mídia, o negócio da boa forma e a política de gênero. Ingressou no The Times em 2014. @katierosman
  • Sapna Maheshwari cobre varejo. Ela ganhou prêmios de reportagem da Society of American Business Editors and Writers e do Newswomen’s Club of New York e esteve na lista da Time dos “140 Melhores Feeds do Twitter de 2014”. @Sapna•Facebook
  • James B. Stewart é colunista do The Times, escritor do The New Yorker e autor de nove livros. Ele ganhou o Prêmio Pulitzer de 1998 por jornalismo explicativo e é professor de jornalismo de negócios na Universidade de Columbia.

Fonte: NY Times

29.01.20
postado por Beatriz na categoria Bella Hadid
Bella Hadid desfila para Jacquemus em Paris

Jacquemus apresentou na La Defense Arena sua coleção para outono/inverno suas coleções masculina e feminina. “Isto não é um espetáculo de arte. Eu vendo roupa, então este [desfile] é o regresso às coisas que são minimalistas e nada forçadas, é como um vestido que podes levar a um casamento e usá-lo várias vezes depois da ocasião”, disse Simon Porte Jacquemus à Vogue US.

“O estado do mundo fez-me questionar o porquê de eu fazer este trabalho, e a minha equipa partilha do mesmo sentimento. Queríamos que esta coleção tivesse muito mais significado” disse ele. “L’Année 97” é o nome da coleção já que o mesmo fez sua primeiera peça de roupa em 1997 para sua mãe, usando apenas a cortina de sua casa.

Com a coleção inspirada no mediterrâneo e com uma sensualidade explicita a coleção mostrava muitas roupas justas, vestidos de malha e botas de cano alto. E embora toda a sensualidade das roupas o estilista diz “Acho que está na altura de voltar às coisas mais minimais e puras, fazer com que a roupa dure”.

Com as irmãs Hadid, Doutzen Kroes, Mica Argañaraz e Vittoria Ceretti o cast de Jacquemus foi de tirar o fôlego. Bella Hadid desfilou com um vestido midi e botas de cano alto com o mesmo tom. Com um brinco grande que destaca ainda mais seu rosto a modelo usava uma maquiagem simples mas que destaca muito o seu olhar.

JACQUEUS 2020 (RUNWAY)

29.01.20
postado por Beatriz na categoria Bella Hadid
Bella Hadid assiste ao desfile de Louis Vuitton em Paris

No dia 16 de janeiro, durante a semana de moda masculina em Paris, Bella Hadid compareceu ao desfile da Louis Vuitton. A modelo amiga de longa data de Virgil Abloh diretor masculino da marca, assistiu ao desfile da primeira fileira ao lado do ator Kris Wu e Alexandre Arnault, filho do diretor executivo da LVMH, Bernard Arnault.

Com um visual bem anos 90, Bella usava um cropped coberto pelo monograma da Louis Vuitton, combinado a uma calça de alfaiataria da marca, desenhada por Virgil Abloh, combinadas com joias douradas que deram um diferencial na look incrível da modelo.

LOUIS VUITTON MENSWEAR SHOW IN PARIS – 16/01

07.01.20
postado por Beatriz na categoria Bella Hadid
Bella Hadid vence duas categorias no melhores do ano do site Models.com

O site Models.com, um dos mais conhecidos sites sobre modelos do mundo, escolhe anualmente as melhores modelos em categorias como “Modelo do ano”, Revelação”, “Estrela das redes sociais”, “Melhor street style” entre outras. A premiação tem sempre dois vencedores: um eleito pelo público e outro eleito por pessoas da Indústria da Moda (estilistas, modelos, agentes, etc).

Bella Hadid venceu duas categorias no “Melhores do ano” do site do Models.com em 2019. A modelo foi eleita pela industria como “estrela das redes sociais” e “melhor street style” pelo público do site. Naomi Campbell venceu pelo voto dos eleitores em “Estrela de Social”, já a Industria votou em Adesuwa Aighewi como “Melhor street style”.

Não é a primeira vez que Bella ganha os melhores do ano do site, a modelo venceu em 2015 como “Revelação” (pelo voto popular), em 2016 ela ganhou como “Modelo do ano” (voto da Indústria), em 2017 ela ganhou “Modelo do ano” (voto popular), “Estrela das redes sociais” (voto popular) e em 2018 a modelo ganhou como “Melhor street style” (voto popular).